Moradores em situação de vulnerabilidade na Rua Gregório Ramalho

Acúmulo de lixo no entorno da antiga agência do Itaú, na Rua Gregório Ramalho, levanta debate sobre segurança e assistência social no coração do bairro

 

A presença de pessoas em situação de vulnerabilidade social na Rua Gregório Ramalho, 239 — onde funcionava uma agência do banco Itaú, às margens da Praça de Itaquera — tem gerado crescente preocupação entre comerciantes e frequentadores da região. O local, que permanece fechado há algum tempo, tornou-se ponto de concentração de moradores em situação de rua, com acúmulo expressivo de lixo nas calçadas e arredores.

Comerciantes do entorno relatam que a situação se intensificou nos últimos meses. O material descartado no local compromete a limpeza da via pública, afeta a estética da praça — um dos cartões-postais do bairro — e gera insegurança entre clientes e trabalhadores que circulam pela área diariamente.

“A gente entende que são pessoas que precisam de ajuda, mas o poder público precisa dar uma resposta. O lixo acumulado espanta clientes e prejudica quem trabalha aqui há anos.”

A Praça de Itaquera é ponto de referência para moradores de toda a zona leste e concentra intensa circulação de pedestres, especialmente próximo às linhas de transporte público. A situação exige uma resposta integrada que envolva tanto a assistência social quanto ações de limpeza urbana por parte do poder público.

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